Raios infiltrados, pelas folhas ardentes que me batem no rosto
iluminando as imperfeicoes perfeitas.
Espiantes madrugadores da verdade, porque nao vejo?
Enrolada nas bocas envejosas deixaram-me sega.
Nao pares com esse brilho de vida no meu rosto.
Nao demores com a tua sabedoria, encarna-a em mim.
Nao quero viver na ignorancia do meu ser passado,
mas sim, atestar da tua fonte.
Vai, rega-me...
Prometo dar frutos de mel adocando os labios do meu povo.
Insegurancas seguras tornaram-se em polvora contigo a meu lado.
Deixa-me ser o teu jardim.
Rega-me com esses teus raios inexistentes da mais bela estrela.
O povo agradecera!
Vai, rega-me...
6/30/2008
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